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Não é de hoje que os comerciantes sonham com um sistema perfeito de codificação. Todo mundo quer um código indestrutível, sempre legível, que contenha todas as informações sobre cada produto à venda em sua loja. Um código que faça a parte burocrática da venda – atualização de estoques, pedido a fornecedores, entre outros. E que facilite o processo de venda.
Desde a década de 1950, o mundo comercial vem buscando o código perfeito. Os inventores Joseph Woodland e Bernard Silver fizeram o primeiro código de barras e o patentearam. A pesquisa, na verdade, começou em 1948, quando Bernard Silver, um estudante do Drexel Institute of Technology, da Filadélfia, ouviu de um varejista da cidade o pedido de um modo automático de armazenar e ler informações sobre produtos para agilizar as vendas. Silver juntou-se a um colega para trabalhar na solução. O colega era Joseph Woodland.
Houve um longo caminho até o código de barras como é conhecido hoje. Ele foi usado comercialmente pela primeira vez em 1966. Pelas mãos de George J. Laurer evoluiu até se tornar o UPC, ou Uniforme Product Code, em 1973. Hoje, Laurer é considerado o verdadeiro pai do código de barras moderno. Em junho de 1974, ele viu o primeiro produto com seu código na embalagem saída de fábrica: um pacote de goma de mascar Wrigley's, até hoje conservado no Smithsonian Institution, nos EUA. O que se perdeu foi o primeiro consumidor: ninguém se preocupou em registrar seu nome para a história.
Hoje, o código de barras continua evoluindo. Mas deve perder seu lugar para os chips RFID (Radio Frequency Identification ou identificação por rediofreqüência). Eles já estão em muitos lugares e podem se tornar universais em pouco tempo. A aplicação mais comum desse chip, e que todo mundo conhece, é o do sistema de pedágio Sem Parar. O chip é colado no pára-brisa do carro por meio de um decalque, que identifica o usuário.
Fonte: DComercio
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